Por Maurício Baltazar

Suporte ao Cliente na Rock Content

Publicado em 18 de abril de 2019. | Atualizado em 24 de outubro de 2019


O SEO on page fica responsável pela otimização nas páginas web para que elas fiquem o mais adequadas possíveis aos motores de busca para atender aos fatores de rankeamento. Trabalhando ele bem, você vai melhorar seus tráfegos de busca, impulsionar seus rankings e, assim, se sobressair no meio digital.

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Se você já conhece um pouco sobre Marketing Digital, certamente, você já deve ter ouvido falar sobre SEO. Suas estratégias são imprescindíveis para ter visibilidade online e um de seus pilares é o SEO on page.

Como apresentamos em nosso artigo especializado, SEO significa Search Engine Optimization (Otimização para Mecanismos de Busca) e é um conjunto de técnicas de otimização para sites, blogs e páginas na web.

Essas otimizações visam alcançar bons rankings orgânicos gerando tráfego e autoridade para um site ou blog.

Mais do que algo importante para conseguir bons resultados comerciais na era digital, o SEO se tornou essencial para existir nos meios online. Como as fronteiras diminuíram por conta da Internet, o mercado se tornou mais competitivo e conquistar espaço se tornou ainda mais difícil.

Pense bem, quando você tem alguma dúvida ou precisa comprar algo, é possível que o seu primeiro passo seja pesquisar em algum mecanismo de busca, como o Google.

Pelos resultados que aparecem na SERP, a página de resultados, você verá artigos e ofertas que vão ajudar você a ficar mais inclinado a conhecer uma empresa.

A péssima notícia é que se o seu negócio não está sendo encontrado ainda em um site ou blog, você pode apostar que está perdendo muitas oportunidades. Para garantir sua visibilidade, existem algumas técnicas incríveis que podem ser aplicadas.

O SEO on page consiste, justamente, no conjunto de esforços que devem ser aplicados para otimizar as suas páginas na web e dominar os mecanismos de busca.

Trabalhando ele bem, você não passará despercebido e vai garantir sua visibilidade online que se reverte em lucratividade.

Não deixe essa oportunidade passar, vem aprender com a gente!

O que é SEO on page?

Você pode estar se perguntando: o que de fato é o SEO on page? Vamos começar com isso então.

Primeiro, temos ele como um desdobramento do SEO, que por si já é parte do SEM — Search Engine Marketing ou Marketing para Mecanismos de Busca —, que inclui também métodos pagos para ter destaque online, indo além do orgânico.

Os motores de busca verificam as páginas da web e, em suas avaliações, eles consideram termos técnicos referentes às estruturas e aos conteúdos de um site, tudo isso em prol de uma melhor experiência do usuário em sua pesquisa.

O SEO on page se especializa exatamente nisso: otimização nas páginas da web para que elas fiquem o mais adequadas possíveis aos motores de busca para atender aos fatores de rankeamento

Lembre-se, algumas partes específicas de uma página merecem atenção, afinal, elas são a sua chance de melhorar seus tráfegos de busca, impulsionar seus rankings e, assim, se sobressair no meio digital.

Para tal, uma boa estratégia de SEO on page deve ser capaz de apresentar um valor único nos conteúdos direcionado para palavras-chave, um site acessível e com dados fáceis para os web crawlers (os algoritmos do Google), e uma experiência do usuário fantástica, responsiva e feita para compartilhamento.

Mesmo que parta de um ponto de vista mais técnico, por serem otimizações em pontos fixos das páginas e de seus conteúdos, o mindset deve focar sempre na satisfação do usuário.

O Google não quer conteúdos padronizados, ele quer que cada um que pesquise algo fique satisfeito com as visitas nas páginas que fizer e consiga alcançar o seu objetivo.

Desse modo, podemos concluir que SEO on page é sim sobre técnica, mas é também sobre ser amigável. Mais do que isso, seu objetivo é usar de otimizações possíveis para conseguir educar, inspirar e orientar os usuários enquanto eles navegam na Internet

Você também pode se interessar por estes outros conteúdos!
👉 SEO e SEM: o que são e quais as principais diferenças!

Como diferenciar SEO on page e off page?

Você já sabe o que é o SEO on page, mas ele é só uma parte do SEO. Agora, qual a diferença dele para o SEO off page, o outro lado do SEO? 

Em comum, eles têm o objetivo de garantir tráfego para o site por meio das otimizações, ou então não seria SEO.

Mas, como o nome já diz, o SEO on page trata daquilo que está na página web e diz respeito à sua estrutura e ao conteúdo. 

Já o SEO off page é tudo aquilo que é externo. Em seus esforços para conseguir tráfego de forma externa, ele recorre a técnicas, mas fora do seu domínio online. Vamos citar alguns:

  • Link building: com outras páginas linkando para o seu negócio, é possível aumentar a sua autoridade online, mas isso deve ser monitorado para que venha de fontes de qualidade.
  • Promoções e parcerias: outras empresas e negócios podem ajudar com ações em conjunto, como guest posts, e ambas se beneficiam na divulgação de marca ao dialogar com suas personas.
  • Redes sociais: com a promoção nas redes sociais, suas páginas podem alavancar o seu tráfego vindo desses canais e você ainda pode utilizar a interação social para melhorar os seus relacionamentos com o público.

A regra é simples: on page é o que está dentro das suas páginas, em seu site e blog, e off page são os esforços para divulgar elas e conseguir uma boa reputação online.

Por que SEO on page é importante?

Já falamos sobre o que é SEO on page e explicamos até a diferença dele com o SEO off page, mas por que ele é tão importante?

Ele é vital em toda estratégia de Marketing Digital porque, caso não seja trabalhado, você fica invisível no meio digital.

Ou seja, sem visibilidade, seus clientes podem não encontrar sua marca e você perde bons negócios que poderiam vir.

A situação fica ainda mais alarmante quando se pensa que a maioria dos negócios hoje já está migrando para o digital, uma vez que a maioria dos consumidores já se encontram por lá.

E, mesmo que o foco seja no marketing local, ainda é preciso ter páginas bem estruturadas e com conteúdos de qualidade para sair na frente, visto o SEO Local.

Caso você queira ter uma estratégia mais econômica e consistente, o SEO on page ainda é a melhor saída: ele busca fortalecer o tráfego orgânico, de menor investimento, uma vez que vem naturalmente do Google pelas buscas dos usuários.

Diferentemente dos anúncios, que aumentam a visibilidade online logo após o pagamento, esse tráfego não chega tão rápido, precisamos ser sinceros. É necessário um trabalho constante até alcançar as primeiras posições e, após conquistar elas, é preciso continuar trabalhando para mantê-las.

Ainda assim, se você colocar em uma avaliação de longo prazo, essa estratégia pode apresentar um ROI (retorno sobre investimento) maior, já que os investimentos são alocados na equipe de marketing.

Para você ter ideia, é possível alcançar meio milhão de reais com um blog post.

O melhor de tudo é que tudo está sob o seu controle. As atividades são feitas nas próprias páginas de seu blog e site, de modo que você pode contar com menos imprevistos e programar melhor seu planejamento para as tarefas. 

Agora, vamos aprender como realmente se faz SEO on page!

Como fazer SEO on page na prática? 

Dentro de uma página web, existem diversos componentes e variáveis, e tudo merece uma atenção: sempre com foco na experiência do usuário.

Desde antes de ele entrar em seu site ou blog, já deve se sentir atraído nos mecanismos de busca e, quando entrar, sua missão é fazer com que ele fique satisfeito em sua pesquisa.

Isso perpassa otimizações nos conteúdos, nas páginas web e nas imagens e vídeos também. Vamos mostrar de forma prática como ter sucesso em cada parte!

Otimizações nos conteúdos

Title Tag

A Title Tag não é necessariamente o título do artigo ou da página, mas o título que ela terá nos mecanismos de busca. Por exemplo, a do nosso conteúdo de Inbound Marketing é essa daqui:

title tag do conteúdo

A Title Tag é “O que é Inbound Marketing: conceito, benefícios e estratégias”, mesmo que o título do artigo seja “O que é Inbound Marketing? Conheça o Marketing de Atração e desenvolva estratégias para atrair e conquistar clientes”. E por que será? 

Bem, a Title Tag funciona como uma frase de outdoor na SERP. Assim, ela deve ser atrativa e chamativa para captar o usuário o mais rápido possível. Nesse caso, não temos espaço suficiente para descrever detalhadamente tudo o que ele encontrará no artigo, mas devemos convencer ele.

E, para o Google identificar sobre o que a sua página fala, é preciso também de elaborar um título de fácil compreensão para os web crawlers.

Considerando tudo isso, temos algumas dicas:

Foque na palavra-chave

Para você rankear bem e capturar o leitor rapidamente, nunca deixe de incluir ela nas title tags e a mantenha o mais à esquerda possível, considerando que a leitura ocidental parte da esquerda para a direita e isso vai garantir uma identificação mais rápida.

Seja conciso

O Google dá um espaço limitado para a exibição das title tags, então mantenha as suas em até 65 caracteres, um tamanho seguro para o seu título não aparecer cortado e perder o efeito desejado.

Torne o título interessante

Adicione modifiers (palavras de sucesso) em suas title tags, como “melhor”, “prático”, “completo”, “tudo”, “tutorial”, “guia”, “tendências” para chamar a atenção do usuário, mas lembre-se de não criar uma promessa maior do que o seu conteúdo pode atender e seja verdadeiro.

Combine a palavra-chave com outras long tail

Se você já estiver em um momento mais avançado de sua estratégia, e estiver brigando por grandes palavras-chave, combine elas nas title tags com outras palavras-chave long tail para aumentar a quantidade de palavras-chave em que você rankeia.

Talvez, essa seja até mesmo a otimização mais importante, porque é a sua porta de entrada nos mecanismos de busca. Então, atenção redobrada e não faça ela somente em páginas de artigos. Faça também nas suas demais que sejam relevantes, como a home do site ou do blog, por exemplo.

Palavra-chave

Uma parte essencial na produção de conteúdo é a escolha da palavra-chave, porque ela deve corresponder às intenções de busca dos usuários para que o texto seja encontrado. Depois de escolhê-la, é hora de posicioná-la da melhor forma possível.

Sempre a inclua em algumas partes essenciais da página para que os crawlers sejam capazes de identificar o tema do conteúdo facilmente. Para tal, insira ela na URL, no H1, em ao menos um H2 e entre as 100 primeiras palavras do texto.

Mas cuidado para não adicionar demais! Antes, quanto maior a presença da palavra-chave, melhor. Porém, isso é visto como uma prática black hat e é fortemente penalizado pelo Google.

Priorize a experiência do usuário aqui também: seja natural e utilize técnicas de copywriting para engajar.

Utilize também variações da palavra-chave que escolher ao longo do conteúdo: asLSIs (Latent Semantic Index). Elas são sugestões similares de pesquisa e melhoram o seu desempenho! 

Para as LSIs, você pode usar algumas ferramentas, como a LSI Graph, ou então verificar pelo próprio Google no campo de pesquisas relacionadas. Vamos voltar no exemplo de Inbound Marketing: 

opções de LSI dadas pelo Google

Meta Description

Sabe aquele mini resumo que aparece logo depois da title tag de um artigo nas página de busca? Esse fragmento é a Meta Description! Vejamos a do conteúdo de Inbound Marketing, por exemplo:

meta description do conteúdo

Formalmente, ela não é considerada um fator direto de rankeamento, porém devido a sua importância para a taxa de cliques, que por si só influencia a performance nos rankings, ela acaba se tornando um item essencial nas otimizações.

Se o título não foi capaz de convencer um usuário, então essa é a hora da Meta Description agir! Portanto, deixe ela sempre atrativa, instigante e convincente para trazer o leitor para a sua página.

Para inseri-la, você pode usar a ferramenta Yoast. E não se esqueça que há um limite de caracteres, ok? Não passe dos 160!

URLs

As URLs são fatores de rankeamento também, uma vez que o Google as utiliza para identificar sobre o que uma página trata. 

Desse modo, jamais deixe de utilizar a palavra-chave na URL de uma publicação. Você pode, inclusive, deixar somente ela e já está suficiente.

Além disso, você deve deixá-la amigável ao usuário para que ele a grave facilmente e não a confunda com um spam.

Certamente, você vai concordar que a última opção é a mais agradável para leitura:

  • https://rockcontent.com/blog/o-que-e-inbound-marketing-conheca-o-marketing-de-atracao-e-desenvolva-estrategias-para-atrair-e-conquistar-clientes
  • https://rockcontent.com/blog/in3366boun9dks92920mark777eting800000008/
  • https://rockcontent.com/blog/o-que-e-inbound-marketing/

Assim, mantenha as URLs curtas e sem números. Não inserir caracteres numéricos também é ótimo para caso você atualize algum conteúdo, como uma lista por exemplo, e não precise fazer os redirecionamentos dos seus links. Fica bem mais prático!

Link Building

As estratégias de link building são essenciais dentro de uma estratégia de Marketing de Conteúdo e os mecanismos de busca verificam os links inseridos para também relacionar com as pesquisas de usuários sobre os temas buscados.

Eles se dividem em dois:links internos e links externos. Vamos mostrar como fazer cada um:

Links internos

O objetivo de inseri-los é melhorar a navegabilidade do usuário e mantê-lo em seu domínio. Relacione sempre que possível links com assuntos semelhantes já tratados em seu blog e, em uma estratégia mais avançada, desenvolva textos âncoras para conquistar palavras-chave concorridas.

Links externos

O objetivo de inseri-los é relacionar o seu conteúdo com outros complementares e que já tenham relevância online, que você pode checar com o Moz Link Explorer.

Tente inserir entre 2 ou 4 links externos a cada 1.000 palavras e os configure para abrir em uma nova página, de modo que os usuários eles não saiam da sua.

Mais uma vez, o importante aqui é considerar a experiência do usuário. Pense no que ele pode buscar para complementar a pesquisa dele.

Heading tags

As heading tags são estruturas dentro de conteúdos que servem para tornar a hierarquia da informação mais fácil para a leitura.

Elas podem parecer complicadas, mas dizem respeito a edição do conteúdo para ele ficar escaneável e prático com intertítulos

Em um exemplo prático, eles auxiliam na divisão e classificação os tópicos dos conteúdos, como:

  • H1: A Grande América;
  • H2: América do Sul, América do Norte, América Central;
  • H3: Brasil, Panamá, Canadá, Chile, Estados Unidos, Cuba, Honduras etc.;
  • H4: São Paulo, Montreal, Buenos Aires, Lima, Havana, Santiago, Nova York etc.

Como fator de rankeamento, o Google verifica se há palavras-chave neles para fazer associações às buscas dos usuários. Por isso, priorize a presença da palavra-chave no H1 e nos H2, os subtítulos com maior destaque. 

Essencialmente, há somente um H1 por página, e este posto deve ser ocupado com o título do artigo quando falamos de publicações, ok?

Valor do conteúdo

O valor de um conteúdo é algo bem difícil de estimar, porque o essencial é que ele responda às dúvidas que um usuário tiver quando ele fizer uma busca, correto? 

No entanto, pesquisas mostram que conteúdos mais longos geram maior resultado, possivelmente porque conteúdos mais longos são mais aprofundados e respondem a essas dúvidas de forma completa.

Além disso, podemos entender que eles engajam mais os leitores e mantém eles por mais tempo, diminuindo a taxa de rejeição das páginas e aumentando o tempo de permanência nelas, o que são ótimos indicadores de qualidade.

Sendo assim, tente fazer artigos mais longos e com muita qualidade. O ideal é apresentar, pelo menos, 2.000 palavras, mantendo uma média de, ao menos, 2.400. 

Mas lembre-se da experiência do usuário: apresente um texto completo com as explicações necessárias, sem enrolações ou firulas desnecessárias. Para evitar isso, e criar um bom conteúdo extenso, complemente seus textos com dicas práticas e utilize técnicas como as bucket brigades.

Otimizações nas páginas web

Design responsivo

Um dos fatores de rankeamento mais importantes hoje em dia é, definitivamente, a responsividade de uma página web. Desde 2015, o Google começou a avaliar esse critério e, por isso, a otimização dele é essencial.

Um design responsivo é aquele que tem uma performance boa tanto no desktop quanto no mobile, sendo bem-adaptado aos dois formatos de uso. Quando pensamos na intensidade em que estamos conectados em nossos celulares, faz bastante sentido ser tão importante, não é mesmo?

Para verificar o seu desempenho, você pode usar a ferramenta de teste de uso móvel do Google e, a partir do feedback que ela der, iniciar as otimizações para a sua versão mobile.

E, caso esteja procurando uma solução com templates ajustáveis, recomendamos o Rock Stage, nossa solução de WordPress para empresas e profissionais de marketing!

rock stage

Velocidade do site

A velocidade de carregamento do site é outro fator importantíssimo para rankear bem nos mecanismos de busca. Os usuários não têm paciência, então é necessário ser veloz, e o Google está de olho nisso.

Para você ter noção, 47% dos usuários esperam que o carregamento se complete em menos de dois segundos e 75% dos usuários não revisitariam uma página se ela levasse mais de 4 segundos para carregar.

Isso é ainda mais alarmante parae-commerces, que são altamente prejudicados por lentidão na web.

O atraso de um segundo no tempo de resposta da página, pode render uma redução de 7% nas conversões

Se colocarmos isso em reais, um site com 10.000 acessos diários em suas páginas de venda e ticket médio de R$50,00 pode perder R$35.000 por dia para cada segundo de atraso, sabia? 

Para iniciar, você deve verificar como está a velocidade de carregamento do seu site e blog. Você pode utilizar ferramentas como o Google PageSpeed Insights e o GTmetrix.

A partir daí, busque soluções, como compressores de imagens, plugins de cache e serviços de CDN.

No entanto, a solução mais eficiente é o investimento em um bom serviço de hospedagem. Para tal, recomendamos novamente o Rock Stage para hospedar o seu WordPress e ter sucesso com seu site e blog!

Rastreamento

Outra técnica utilizada no SEO on page é tornar o site o mais rastreável possível para os mecanismos de busca.

Por diminuir o tempo de indexação de uma nova página, é uma ótima forma de conseguir resultados rapidamente.  

Você pode criar um Sitemap.xml, que é um mapa do seu site que facilita o trabalho dos web crawlers e os ajuda a conhecer todas as páginas do seu site com um caminho a ser percorrido.

Com ele em mãos, o envio é feito pelo Google Search Console, uma das melhores ferramentas de gerenciamento para profissionais de marketing.

Outro fator importante para conseguir ser rastreado é ter um site seguro. Uma dos novos critérios sendo avaliados é a inserção do certificado HTTPS, que garante segurança, autenticidade e confiança para quem está fazendo buscas online, sendo essencial para e-commerces.

Além disso, uma dica para URLs que não estejam mais sendo utilizadas: você pode também otimizar o rastreamento delas por meio de redirects 301 e redirecionar usuários para uma URL atual. Assim, você não perde oportunidades de tráfego e aproveita elas ao máximo.

Incentivo para engajamento

O incentivo para usuários engajarem com o seu site ou blog também é algo bem legal, ainda que não seja um fator direto para rankeamento. Mas, como o Google avalia o comportamento do tráfego, ter usuários compartilhando e comentando em seus conteúdos pode ser bem positivo.

Para isso, você pode inserir botões de compartilhamento nas redes sociais de fácil uso durante o processo de leitura. Isso pode aumentar em até 700% os resultados de compartilhamento, acredita?

Além disso, incentive os leitores a comentarem nas suas publicações com CTAs. Eles podem fazer comentários que ajudam com as palavras-chave long tail, por exemplo.

Otimizações nas imagens e vídeos

Imagens

O uso de recursos audiovisuais são ótimos para deixar a leitura mais fluída e manter os usuários na página, sem contar o apelo para divulgação. Dessa forma, a taxa de rejeição diminui e aumenta-se o tempo deles no site, índices considerados pelos mecanismos de busca.

As imagens também precisam de algumas configurações. A primeira delas, está no nome do arquivo, que deve conter a palavra-chave. 

Ao inseri-la, deve-se colocar o alt text, o texto alternativo para caso a imagem não abra. Ele fala ao Google sobre o que a imagem trata e ajuda na indexação dela no Google Imagens, além de promover uma atitude muito mais acessível para os deficientes visuais. 

Retomando o exemplo do post de Inbound Marketing, que abordamos algumas vezes ao longo do artigo, se inserirmos nele uma imagem promocional de um curso de Inbound Marketing, por exemplo, podemos deixar o nome do arquivo ‘inbound-marketing.jpg’ e o alt text como ‘Curso de Inbound Marketing’.

E, para ajudar na velocidade do site, priorize imagens leves e com arquivos de tamanhos reduzidos, ok?

Vídeos

Talvez, você já tenha ouvido falar que os vídeos são os novos formatos de sucesso no meio digital. E eles são mesmo!

Por serem conteúdos com grande engajamento do usuário, quase todas as redes sociais estão priorizando a exibição deles.

Você pode aproveitar essa chance e incorporar vídeos em suas publicações também. E, para ter um resultado melhor, não deixe de aplicar técnicas de SEO para Youtube.

Preferencialmente, coloque as palavras-chave nos títulos e fale elas nos primeiros 15 segundos dos vídeos, visto que o YouTube está transcrevendo os conteúdos agora.

Nas descrições, use as palavras-chave novamente e suas variações em até 250 palavras. Insira também entre 10 a 20 tags relevantes sobre o tema para melhorar o alcance dele.

Como manter uma estratégia de SEO on page? 

Agora que você sabe como funciona o SEO on page de fato, é essencial incorporar suas técnicas no dia a dia para melhorar exponencialmente os seus resultados em Marketing Digital.

Para isso, é preciso ter um acompanhamento recorrente das publicações e otimizar elas de tempos em tempos, mesclando com as otimizações de todos os artigos novos que forem publicados.

Como Search Analytics for Sheets, você pode utilizar uma planilha, importar os dados da sua conta do Google Search Console e acompanhar os trabalhos de SEO on page. Em paralelo, utilize um checklist também do que deve ser revisto em cada post.

Ajudamos com:

  • Title Tag;
  • Palavra-chave;
  • Meta Description;
  • URL;
  • Tamanho.

Se você já tem um bom volume de publicações, tente otimizar as páginas que se encontram entre a sexta e vigésima posições no Google para as palavras-chave desejadas. Com atualizações de conteúdo, é possível alcançar as primeiras posições.

Não se desanime, todos os trabalhos de SEO são investimentos a longo prazo, mas com um ROI maior e que se prova estável com o tempo!

E então? Se interessou por SEO? Caso você queira ter uma visão completa sobre essa parte essencial em toda estratégia de Marketing Digital, tenho certeza que nosso Guia Completo de SEO 2.0 poderá ajudar você. Confira já!

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